Olá "Usuários!"
Estão a partir deste momento, agora, convidados a mergulharem na vaga noção dos seres humanos para com sua própria (re)existência.
Sim, declara-se um vagabundo nato, treinado e vívido em suas 'atividades'. Sejamos nobres de sangue azul que vivem de renda inflacionária, como o caso da família real brasileira. Porquê não? Nos declaremos nobres de espírito, coração e respiração. Vamos destilar terceiras e até quartas intenções, como alguém já dizia.
Mergulhar de peito aberto, enquanto a tempestade passa lá fora. Sugar o olho do furacão com um simples bocejar. Maravilhar-se com a beleza daqueles olhos redondos, que dão até tontura ao contorná-los sempre à distância, sempre.
Medo? Fraqueza? Tristeza?
O que são? Talvez palavras usadas por aqueles que são fracos, medrosos e tristes.
Em caminhos incertos a certeza é mero acaso. Em dias nublados um raio de sol é mera coincidência.
Assine qualquer pecado, proteja qualquer desabrigado. Brigado ou não. Arremese o seu irmão caçula carinhosamente com as mãos o mais longe possível e espere o segundo seguinte para cair em gargalhadas. Juntos. Desarrume o cabelo da sua querida mamãe, desafie seu pai para uma competição de "Quem bebe mais qualquer coisa!"
E na hora incerta da certeza mais certa, no meio de um olhar, um sorriso ou de um pulo. Confie na sua postura 'vagal' de que você está exatamente aonde queria estar. Seja em Miami Beach, com sol, mulheres, música e bebida. Seja no esconde-esconde de anos atrás que dava vontade de fazer xixi sempre que estivesse escondido. Seja no amanhã de que tão preguiçoso e vagabundo nunca se atreveu a chegar adiantado. Sempre no mometo exato.
Multiplicando a felicidade: com um soco na boca, uma fantasia de vaca ou um beijo de borboletinha.
"Tenho a vida doida, encabeço o mundo. Sou 'canceriano' torto, vivo de amor profundo. Sou perecível ao tempo, vivo por um segundo. Perdoa meu amor, esse nobre vagabundo!"
Terráqueos em um pixel universal. Vagabundos da nobreza por opção.
QUE BRISA!
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