Sei que ela está,
só esperando que eu vá,
nosso romance é,
o som de dois fazendo pá!
A amargura vem pra cá,
com ou sem ela e até,
vejo a tua boca quiçá,
eu compro a tua alma, lá.
Sei que falta um pouco aí,
aqui comigo, um pouco está.
sexta-feira, setembro 23, 2011
sexta-feira, setembro 09, 2011
O Fardo
Ele era um cidadão comum até descobrir que eu podia pensar, aí se tornou um cidadão hipócrita porque nada podia fazer.
Quando pensou em fazer algo, tornou-se 'comprado' porque as suas idéias e ações eram rotuladas por aqueles que ainda não sabiam pensar.
No fim não haverá nenhuma mudança aguda,
tudo se manterá, afinal isso também está planejado no mecanismo que rege o sistema.
Vamos gritar até ficar sem voz, e aí tudo acaba. Amanhã novos jovens nascerão para carregar o fardo que causa tantos traumas e desilusões, o fardo de ter o falso poder de mudança.
Quando pensou em fazer algo, tornou-se 'comprado' porque as suas idéias e ações eram rotuladas por aqueles que ainda não sabiam pensar.
No fim não haverá nenhuma mudança aguda,
tudo se manterá, afinal isso também está planejado no mecanismo que rege o sistema.
Vamos gritar até ficar sem voz, e aí tudo acaba. Amanhã novos jovens nascerão para carregar o fardo que causa tantos traumas e desilusões, o fardo de ter o falso poder de mudança.
Naquela.
Prometi.
E vi com meus próprios olhos o que havia de errado,
a sala escura,
o seu sorriso corado.
Havia.
Sono na distorção que procurava saída,
a escuridão,
pelos meus ouvidos entrava.
Sentia.
Frio e aquele vazio que só existia para os outros,
era todo meu,
egoísta.
Fizemos.
Tudo outra vez e denovo nas peças de roupas,
um no outro,
tropeçamos.
E vi com meus próprios olhos o que havia de errado,
a sala escura,
o seu sorriso corado.
Havia.
Sono na distorção que procurava saída,
a escuridão,
pelos meus ouvidos entrava.
Sentia.
Frio e aquele vazio que só existia para os outros,
era todo meu,
egoísta.
Fizemos.
Tudo outra vez e denovo nas peças de roupas,
um no outro,
tropeçamos.
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